A ecologia radical tem sido qualificada como verdadeira religião ecológica por cientistas sérios e renomados.Usando como arma grandes órgãos da mídia e, como pólvora, mentiras sobre as catástrofes climáticas, ela tem criado em largos setores da opinião pública uma verdade PSICOSE AMBIENTALISTA.

O príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança denuncia essa manobra, demonstrando como ela tem servido de pretexto para violar o direito a propriedade, cercear a produção e progresso, bem como criar uma nova governança mundial, acolitada por uma religião panteísta e miserabilista.

Fundamentado em cientistas de renome, Dom Bertrand discorre sobre a impossibilidade da ação do homem influenciar o clima, ao mesmo tempo em que acena para a existência de uma ideologia subjacente nessa defesa exagerada da natureza: a do comunismo, agora camuflado de verde. O ilustre autor vai além e chega a falar de uma nova “religião”, a qual pretende justificar uma sociedade igualitária e neotribal, lastreada num misto de pseudociência com filosofias arcaicas e pagãs.

 “Não se deixe enganar por esse cavalo de Tróia”…

Com essas palavras, se explica o objetivo do livro em diversos aspectos, palavras estas que estão na contracapa do mesmo, más no geral, o que isso significa? Um imenso “cavalo de Tróia”, mas por qual motivo?

O livro tem como objetivo, desmitificar, destruir os “dogmas” usados pelos ecologistas em defesa do “planeta”, no que na verdade são teoria, não comprovadas, que são tratadas usualmente por dogmas, ou seja, verdades absolutas, explicando de forma clara e sucinta a questão em si, mostrando, as opiniões de inúmeros cientistas, e colocando em prato limpo, toda a realidade, onde, o que ocorrem são falsificações de dados, e teorias sem fundamentos, desmitificando temas como “aquecimento global”, “CO²” e até de exemplo, a “camada de ozônio”, mostrando as diferentes versões existentes tanto a favor das idéias quanto contra, sendo que a maioria dos cientistas que são dispostos contra essas teorias, estão os maiores da atualidade, e inúmeros ganhadores do Prêmio Nobel.

“Mas então o livro prega a destruição do meio ambiente? ”

Não, em nenhum momento o autor prega isso, sendo que ele mesmo fala da necessidade, a questão do livro é sobre as farsas sobre as idéias do aquecimento, e como isso leva ao “engessamento” da economia, e do desenvolvimento das nações, principalmente as mais pobres, como por exemplo as africanas, que graças as limitações impostas a elas são obrigadas a se manterem “fixas”.

Demonstra, como no Brasil, essa questão, se torna totalmente “política” e nada “ecológica” servindo ela na verdade de molde para as “massas de manobras” e como o código ambiental brasileiro, é deficiente, e mais sangra, no geral, os pequenos agricultores, que são os que mais sofrem com as pesadas multas, sendo eles que no geral alimentam o Brasil, e boa parte do mundo.

O livro apresenta uma visão incrível, de uma forma muito simples e fácil de compreender, com opiniões de inúmeras figuras, sendo “pró” e “contra” e explica como disse antes, tudo de forma clara, sem deixar dúvidas sobre as questões, sendo um livro relativamente curto, mas para ler e compreender de não tão rápida leitura, dividido em dois capítulos, dando destaque as mais variadas questões sobre os mais variados temas ligados a ecologia, com o intuito de demonstrar a verdadeira faceta do “movimento ecológico” no Brasil e no mundo.

Agência Boa Imprensa. Psicose Ambientalista — Entrevista com Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Disponível em: <https://ipco.org.br/psicose-ambientalista-entrevista-com-dom-bertrand-de-orleans-e-braganca>Acesso em: 10 de dezembro de 2018

Fonte Literária. [Resenha] – Psicose Ambientalista. Disponível em: <http://fonteliterarias.blogspot.com/2018/02/resenha-psicose-ambientalista.html>Acesso em: 11 de dezembro de 2018

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